A palavra tibetana para “mandalas”, dkyil – khor, significa literalmente “aquilo que circunda um centro.”
Um “centro” é, aqui, um significado e “aquilo que o circunda” – mandala – é um símbolo redondo que representa o significado. No entanto, nem todas as mandalas são redondas.
As mandalas fazem parte de rituais mágicos de diversas culturas ao redor do mundo: dos hinduístas, dos islâmicos, dos budistas, dos cristãos (nas rosetas das catedrais), e das práticas xamânicas, de diversas culturas ancestrais.
São imagens ao mesmo tempo sintéticas e dinâmicas, que tendem a superar as oposições do multiplo e do uno, do espaço-temporal ao intemporal e extra espacial. As mandalas têm o poder de reorganizar naturalmente as energias astrais que estão ao seu redor pelo padrão simétrico e harmônico de suas formas e cores (geometria sagrada).
Estes poderosos instrumentos mágicos são utilizados na harmonização e cura de energias confusas em ambientes e tambêm para meditação. Mandalas são tambêm representações da psique, cuja essências nos é desconhecida.
As mandalas inspiram serenidade e o sentimento de que a vida reencontrou seu sentido e sua ordem.
Nenhum comentário:
Postar um comentário